Sinopse

Através de um donativo a partir de 12 euros a uma das instituições a anunciar, tem direito a um convite para assistir ao Ensaio Geral Solidário de La Sylphide, com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, no dia 28 de abril de 2022, às 20h, no Teatro Camões, em Lisboa.

Ao contribuir para esta causa, será entregue um recibo de donativo, ao abrigo da Lei do Mecenato, para efeitos de dedução fiscal.


SOBRE O ENSAIO GERAL SOLIDÁRIO

O Ensaio Geral Solidário — EGS — é uma iniciativa inédita da CNB iniciada em 2011 por Luís Moreira, ex-bailarino da Companhia, e que tem sido realizada praticamente em todos os ensaios gerais da CNB. Em cada espetáculo, apresentado no Teatro Camões, a CNB oferece o ensaio geral a instituições de solidariedade social, proporcionando não só um momento de união entre os públicos e as causas sociais como as condições necessárias à angariação de fundos que ajudem as instituições a alcançar os seus objetivos.

A ligação da cultura à solidariedade, a mobilização da sociedade civil em torno de causas sociais e os resultados obtidos nos últimos anos dão-nos a certeza que este é um projeto que faz sentido continuar a desenvolver. Ao longo de dez anos, apoiámos mais de uma centena de instituições que têm escolhido a CNB para sua companhia nas causas solidárias em torno da dança.


SOBRE LA SYLPHIDE

La Sylphide é considerado o primeiro bailado romântico da história da dança. Muito embora alguns dos seus componentes, como a utilização de pontas, de saias compridas de musselina branca e o recurso a personagens que evocam seres sobrenaturais não fossem uma novidade então, é com La Sylphide que estes elementos ganham uma maior dimensão e se tornam sinónimo de bailado romântico.

Estreado a 12 de Março de 1832 na Academia Real de Música em Paris, com coreografia de Filippo Taglioni e música de Jean Schneitzhoeffer, ganhou uma enorme popularidade junto do público.

Em 1836, August Bournonvile cria a sua versão coreográfica com uma nova partitura de Herman Löwenskjold para o Ballet Real da Dinamarca. Esta versão, que entrou no repertório da CNB em 1980, tornou-se também uma referência do trabalho deste mestre dinamarquês, continuando hoje em dia a ser dançada por todo o mundo.

La Sylphide relata a história do escocês James que, na manhã do seu casamento com Effie, sua noiva, é acordado por uma Sylphide, um ser alado por quem se sente imediatamente atraído. Não conseguindo deixar de pensar em Sylphide, corre para a floresta para a tentar encontrar e arranjar uma forma desta se tornar humana para que possam viver felizes para sempre. Mas o desenlace da história de James e Sylphide revela-se trágico. Ao envolvê-la numa écharpe com a intenção de a trazer para a esfera humana, esta morre.

A história de La Sylphide expressa os conflitos e inquietações existentes no período Romântico. As emoções eram mais intensas e, simultaneamente, havia um forte anseio por um mundo mais puro e genuíno. Quando as ideias entravam em conflito com o mundo sensível, a existência perdia a sua harmonia.

Ficha Técnica

August BournonvilleCoreografia
Herman Löwenskjold Música
Ferruccio VillagrossiCenários
Hugo ManoelFigurinos
Pedro MartinsDesenho de Luz
Jan LinkensRemontagem e Coreografia adicional
Vasco Pearce de Azevedo Direção Musical
Orquestra Sinfonietta de LisboaInterpretação musical

Elencos

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